quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
MARTA MAIS UM ANO SEM TI.
Não fique no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá; Eu não durmo.
Eu sou mil ventos que sopram,
Eu sou o diamante que brilha na neve,
Eu sou a luz do sol em grãos maduros,
Eu sou a suave chuva de outono.
Eu sou o acordar nas manhãs silenciosas
Eu sou o silêncio dos pássaros em voo circular.
Eu sou as macias estrelas que brilham na noite.
Não fique no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá; Eu não morri.
Eu não estou lá; Eu não durmo.
Eu sou mil ventos que sopram,
Eu sou o diamante que brilha na neve,
Eu sou a luz do sol em grãos maduros,
Eu sou a suave chuva de outono.
Eu sou o acordar nas manhãs silenciosas
Eu sou o silêncio dos pássaros em voo circular.
Eu sou as macias estrelas que brilham na noite.
Não fique no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá; Eu não morri.
MUITAS SAUDADES MÃE ZUZU
"Do
Not Stand at My Grave and Weep"
is a poem written in 1932 by Mary Elizabeth Frye. Although the origin of the poem was disputed
until later in her life, Mary Frye's authorship was confirmed in 1998 after
resea "
Katherine Jenkins, OBE (born 29 June 1980) is a Welsh lyric mezzo-soprano, singer and songwriter. She is a popularclassical-crossover singer[1][2] who performs across a spectrum of
operatic arias, popular songs, musical theatre and hymns.[3]
https://www.youtube.com/watch?v=sCgigJ0nzbw
dia 21 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
POEMA
Não me procures mais no cemitério
Onde depositaste o meu corpo
Isso seria um vitupério
Pois se o cadáver ficou torpo
Eu, o teu filho, irmão, amigo…
Ficarei no viver do teu dia
Em que quiseres estar comigo
Desfrutando só, da alegria
Onde depositaste o meu corpo
Isso seria um vitupério
Pois se o cadáver ficou torpo
Eu, o teu filho, irmão, amigo…
Ficarei no viver do teu dia
Em que quiseres estar comigo
Desfrutando só, da alegria
.........................................................................................................
Como te despenteia o vento
No seu tresloucado corrupio
Assim, farei ao teu pensamento,
Para que, em suave delírio
Ele te usurpe a tristeza
Deposite, em ti, a pujança
Daquela vontade de vencer
E de manter a chama acesa
A tal luzinha de esperança
A quem dependa do teu querer
Como te despenteia o vento
No seu tresloucado corrupio
Assim, farei ao teu pensamento,
Para que, em suave delírio
Ele te usurpe a tristeza
Deposite, em ti, a pujança
Daquela vontade de vencer
E de manter a chama acesa
A tal luzinha de esperança
A quem dependa do teu querer
..................................................................................................................
Abrandarei o gelo em neve
Quando a dor pungente ferir
Abrirei teus olhos, ao de leve,
Para veres aquele sorrir
Que inda guardas no coração
Ele te abrandará a mágoa
E te fiará o meu Amor
Numa imagem de ilusão
Tal luzente espelho de água
Irradiando brilho e cor
Abrandarei o gelo em neve
Quando a dor pungente ferir
Abrirei teus olhos, ao de leve,
Para veres aquele sorrir
Que inda guardas no coração
Ele te abrandará a mágoa
E te fiará o meu Amor
Numa imagem de ilusão
Tal luzente espelho de água
Irradiando brilho e cor
..........................................................................................................................
E, se a noite for tão escura,
Se teu coração quiser saltar,
Sai, vai fixar o céu com ternura…
Nessa estrela que vês brilhar
Estou eu, a doar-te alento,
Enviar voz ao teu pensamento
Em melodia de som e dança
Veste uma túnica suave
Liberta o cabelo da trança
Faz da nuvem negra tua nave
E roda, volteia, rodopia…
Sou eu, o centro dessa utopia.
E, se a noite for tão escura,
Se teu coração quiser saltar,
Sai, vai fixar o céu com ternura…
Nessa estrela que vês brilhar
Estou eu, a doar-te alento,
Enviar voz ao teu pensamento
Em melodia de som e dança
Veste uma túnica suave
Liberta o cabelo da trança
Faz da nuvem negra tua nave
E roda, volteia, rodopia…
Sou eu, o centro dessa utopia.
.. ....................................................................
...............
Georgina Ferro
23 de Janeiro de 2015
Minha querida Georgina Ferro o poema
que partilhaste na minha página, dedicado ao André é de uma intensidade, de uma
força que nos emociona, comove e arrepia obrigada pela partilha
Georgina Ferro Ele é dedicado à Marta e sua
mãe, Zuzu; e ao André e Ana. A minha humilde homenagem... Se eu tivesse uma
verdadeira fé, dir-vos-ia que cada um deles escolheu vir viver assim uma vida
curta mas uma vida plena ... tristes ficam as mães sem terem as carícias, os
sorrisos, as traquinices... e todas aquelas coisinhas que uma mãe vai guardando
e que precisamos de recordar para que eles continuem vivos em nós...
Zuzu Baleiro Minha querida amiga muito obrigada . Vou guardá-lo para o colocar no livro que estou a escrever sobre a Marta. Este ano, 2015 estava disposta a publicá-lo, vamos ver se os meus projectos não vão sair gorados. Um grande beijo da amiga Zuzu Baleiro
Zuzu Baleiro Minha querida amiga muito obrigada . Vou guardá-lo para o colocar no livro que estou a escrever sobre a Marta. Este ano, 2015 estava disposta a publicá-lo, vamos ver se os meus projectos não vão sair gorados. Um grande beijo da amiga Zuzu Baleiro
Georgina
Ferro Vai
publicar, sim... Pois é a forma de sentir mais viva a sua companhia! E entre a
dor e o sorriso há um re(viver) de coisas boas... Também o parto é doloroso e
mal ouvimos o primeiro choro abrimos o nosso sorriso
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)






