MARTA

MARTA
O ADEUS PRECOCE DA MINHA ESTRELA MAIOR

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Não fique no meu túmulo a Chorar

Do Not Stand At My Grave And Weep
Do not stand at my grave and weep
I am not there
I do not sleep
I am a thousand winds that blow
I am the diamond glints on snow
Do not stand at my grave and cry
I am not there
I did not die

I am the sunlight on ripened grain
I am the gentle autumn rain
When you awaken in the morning's hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight
I am the soft stars that shine at night
Do not stand at my grave and cry
I am not there
I did not die

When you awaken in the morning's hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight
I am the soft stars that shine at night
Do not stand at my grave and cry
I am not there
I did not die

Do not stand at my grave and cry
I am not there
I did not die

Não fique no meu túmulo a Chorar
Não fique no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá
Eu não durmo
Eu sou os mil ventos que sopram
Eu sou o diamante que cintila na neve
Não fique no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá
Eu não morri


Eu sou a luz do sol nos grãos maduros
Eu sou a chuva de outono suave
Quando você acorda no silêncio da manhã
Eu sou o rápido animador
Das aves tranquilas que rodeiam em vôo
Eu sou as estrelas que brilham suaves na noite
Não fique no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá
Eu não morri

Quando você acorda no silêncio da manhã
Eu sou o rápido animador
Das aves tranquilas que rodeiam em vôo
Eu sou as estrelas que brilham suaves na noite
Não fique no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá
Eu não morri

Não fique no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá
Eu não morri

"Do Not Stand at My Grave and Weep" is a poem written in 1932 by Mary Elizabeth Frye. Although the origin of the poem was disputed until later in her life, Mary Frye's authorship was confirmed in 1998 after resea "
Katherine Jenkins, OBE (born 29 June 1980) is a Welsh lyric mezzo-soprano, singer and songwriter. She is a popularclassical-crossover singer[1][2] who performs across a spectrum of operatic arias, popular songs, musical theatre and hymns.[3]

https://www.youtube.com/watch?v=sCgigJ0nzbw




Do Not Stand At My Grave and Weep, sung by Katherine Jenkins, Illustrate...

Do Not Stand At My Grave and Weep (Illustrated) Poem with Katherine Jenk...

sábado, 24 de janeiro de 2015

MARTA MAIS UM ANO SEM TI.
Não fique no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá; Eu não durmo.
Eu sou mil ventos que sopram,
Eu sou o diamante que brilha na neve,
Eu sou a luz do sol em grãos maduros,
Eu sou a suave chuva de outono.
Eu sou o acordar nas manhãs silenciosas
Eu sou o silêncio dos pássaros em voo circular.
Eu sou as macias estrelas que brilham na noite.
Não fique no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá; Eu não morri.
MUITAS SAUDADES MÃE ZUZU
"Do Not Stand at My Grave and Weep" is a poem written in 1932 by Mary Elizabeth Frye. Although the origin of the poem was disputed until later in her life, Mary Frye's authorship was confirmed in 1998 after resea "
Katherine Jenkins, OBE (born 29 June 1980) is a Welsh lyric mezzo-soprano, singer and songwriter. She is a popularclassical-crossover singer[1][2] who performs across a spectrum of operatic arias, popular songs, musical theatre and hymns.[3]

https://www.youtube.com/watch?v=sCgigJ0nzbw

dia 21 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

POEMA

Não me procures mais no cemitério
Onde depositaste o meu corpo
Isso seria um vitupério 
Pois se o cadáver ficou torpo
Eu, o teu filho, irmão, amigo…
Ficarei no viver do teu dia
Em que quiseres estar comigo
Desfrutando só, da alegria
 .........................................................................................................
Como te despenteia o vento
No seu tresloucado corrupio
Assim, farei ao teu pensamento,
Para que, em suave delírio
Ele te usurpe a tristeza
Deposite, em ti, a pujança 
Daquela vontade de vencer
E de manter a chama acesa
A tal luzinha de esperança
A quem dependa do teu querer
..................................................................................................................
Abrandarei o gelo em neve
Quando a dor pungente ferir
Abrirei teus olhos, ao de leve,
Para veres aquele sorrir
Que inda guardas no coração
Ele te abrandará a mágoa
E te fiará o meu Amor
Numa imagem de ilusão
Tal luzente espelho de água
Irradiando brilho e cor
..........................................................................................................................
E, se a noite for tão escura,
Se teu coração quiser saltar,
Sai, vai fixar o céu com ternura…
Nessa estrela que vês brilhar
Estou eu, a doar-te alento,
Enviar voz ao teu pensamento
Em melodia de som e dança
Veste uma túnica suave
Liberta o cabelo da trança
Faz da nuvem negra tua nave
E roda, volteia, rodopia… 
Sou eu, o centro dessa utopia.
.. .................................................................... ...............

Georgina Ferro
23 de Janeiro de 2015   
 
Minha querida Georgina Ferro o poema que partilhaste na minha página, dedicado ao André é de uma intensidade, de uma força que nos emociona, comove e arrepia obrigada pela partilha
Georgina Ferro Ele é dedicado à Marta e sua mãe, Zuzu; e ao André e Ana. A minha humilde homenagem... Se eu tivesse uma verdadeira fé, dir-vos-ia que cada um deles escolheu vir viver assim uma vida curta mas uma vida plena ... tristes ficam as mães sem terem as carícias, os sorrisos, as traquinices... e todas aquelas coisinhas que uma mãe vai guardando e que precisamos de recordar para que eles continuem vivos em nós...
Zuzu Baleiro Minha querida amiga muito obrigada . Vou guardá-lo para o colocar no livro que estou a escrever sobre a Marta. Este ano, 2015 estava disposta a publicá-lo, vamos ver se os meus projectos não vão sair gorados. Um grande beijo da amiga 
Zuzu Baleiro

Georgina Ferro Vai publicar, sim... Pois é a forma de sentir mais viva a sua companhia! E entre a dor e o sorriso há um re(viver) de coisas boas... Também o parto é doloroso e mal ouvimos o primeiro choro abrimos o nosso sorriso